
PERTENCIMENTOS
PERTENCIMENTOS
Por Ethon Fonseca.
Vida refletida merece ser ouvida, ainda mais quando contada, e numa reflexão vivida feito a do professor (de estética) Deivison Campos (também coordenador de reportagem da rádio Gaúcha), que apresentou fala tocante a seus pertencimentos, passando por algumas configurações de relações sociais históricas e culturais que gostaríamos de ver tratadas mais vezes com palavras assim tão bem escolhidas. Pensando a diáspora, por exemplo, forja pontos de inflexão pela história de lutas que tratam de territórios sociais e corporais. Partes do planeta que não tinham como estar diretamente conectadas ainda há algumas décadas, já parecem até ter refletido num mesmo diapasão crítico e atuante.
Uma trajetória formativa é tão universal quanto pessoal, assim numa dialética existencial em que a consciência, de cá, de lá, se imbui de visões forjadas entre vivências de bairros, famílias, escolas, temas e lugares de subversão nas próprias academias, de convívio e circulação, trabalho, trânsito, tradição e (res)significações à luz do reconhecimento de valores característicos de cada âmbito, de cada vertente de (...nossa!) identidade. Quer dizer, a conversa que segue confirma a amplitude e contundência da abordagem contemplada, envolvendo o cuidado com certa orientação, numa perspectiva voltada às nossas presenças, no respeito às expressões de transcendência e estéticas, morais e coletivas, religiosas e éticas, abordadas em relação à própria trajetória familiar e, também com muita naturalidade, de estudos.
Há falas que reverberam em nós como uma boa mostra de arte, popular e erudita, lembrando ou avivando o humano como “canal” – ou medida, finalidade e meio de nossas experiências – como toques, de olhares e letras, que nos acompanharão desafiando nossa própria capacidade de exprimi-los e os refletir. O assunto proposto encontrou vazão merecida, e nós, uma ocasião de colher juntos uns frutos de uma existência através do depoimento exemplar, no melhor sentido caprichoso, evidenciando muito haver, pelo jeito, a se trilhar em tais cafés de ideação, mesas e assim por diante...
A celebração dos pertencimentos com sabor de idéias foi realizada no dia 18 de maio de 2007 NO CAFFE DI TRENTO, no Centro Cultural Érico Veríssimo, em Porto Alegre.
Por Ethon Fonseca.
Vida refletida merece ser ouvida, ainda mais quando contada, e numa reflexão vivida feito a do professor (de estética) Deivison Campos (também coordenador de reportagem da rádio Gaúcha), que apresentou fala tocante a seus pertencimentos, passando por algumas configurações de relações sociais históricas e culturais que gostaríamos de ver tratadas mais vezes com palavras assim tão bem escolhidas. Pensando a diáspora, por exemplo, forja pontos de inflexão pela história de lutas que tratam de territórios sociais e corporais. Partes do planeta que não tinham como estar diretamente conectadas ainda há algumas décadas, já parecem até ter refletido num mesmo diapasão crítico e atuante.
Uma trajetória formativa é tão universal quanto pessoal, assim numa dialética existencial em que a consciência, de cá, de lá, se imbui de visões forjadas entre vivências de bairros, famílias, escolas, temas e lugares de subversão nas próprias academias, de convívio e circulação, trabalho, trânsito, tradição e (res)significações à luz do reconhecimento de valores característicos de cada âmbito, de cada vertente de (...nossa!) identidade. Quer dizer, a conversa que segue confirma a amplitude e contundência da abordagem contemplada, envolvendo o cuidado com certa orientação, numa perspectiva voltada às nossas presenças, no respeito às expressões de transcendência e estéticas, morais e coletivas, religiosas e éticas, abordadas em relação à própria trajetória familiar e, também com muita naturalidade, de estudos.
Há falas que reverberam em nós como uma boa mostra de arte, popular e erudita, lembrando ou avivando o humano como “canal” – ou medida, finalidade e meio de nossas experiências – como toques, de olhares e letras, que nos acompanharão desafiando nossa própria capacidade de exprimi-los e os refletir. O assunto proposto encontrou vazão merecida, e nós, uma ocasião de colher juntos uns frutos de uma existência através do depoimento exemplar, no melhor sentido caprichoso, evidenciando muito haver, pelo jeito, a se trilhar em tais cafés de ideação, mesas e assim por diante...
A celebração dos pertencimentos com sabor de idéias foi realizada no dia 18 de maio de 2007 NO CAFFE DI TRENTO, no Centro Cultural Érico Veríssimo, em Porto Alegre.
